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O que acontece na Contap?
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<br />
A variedade de experiência que um administrador ou síndico profissional tem - lidar com diversos condomínios de diversos locais e perfis - traz um conhecimeto muito útil também ao síndico "leigo".<br />
<br />
Por isso ouvimos alguns profissionais do setor, para conhecer suas regras de ouro para o relacionamento com os condôminos, ponto-chave em qualquer gestão.<br />
Confira abaixo suas opiniões:<br />
<br />
1) Saber ouvir as partes. Quando há problemas no condomínio, tente entender os fatos, para além das versões que uma ou outra parte do problema produzem. Por exemplo: quando um morador reclama repetidamente do barulho feito por outro, não aplique uma advertência imediatamente. Veja o que cada lado tem a dizer, observe o comportamento de cada um, e ouça um terceiro, como o zelador. Assim, você evita tomar partido muito explicitamente.<br />
<br />
Se necessário, reúna o Conselho para auxiliá-lo em decisões difíceis. Ainda que exista legalmente apenas para fiscalizar as contas, nada impede que este órgão seja investido de uma função "moral" de - como o nome diz - aconselhamento, em casos como a aplicação de uma multa, a demissão de um funcionário. <br />
<br />
2) Ter uma boa comunicação com o zelador. Este profissional é seu elo de contato com os condôminos e com os funcionários. É ele quem mais circula entre todos, quem recebe primeiro as informações, opiniões, reclamações. Faça dele sua comunicação informal e verifique se as mensagens estão chegando sem muita distorção.<br />
<br />
Ao mesmo tempo, é preciso que ele tenha autonomia para resolver pequenos problemas e tomar providências cotidianas, evitando o acúmulo para o síndico. <br />
<br />
3) Transparência nas prestações de contas e nas atitudes. Saiu de moda a figura do síndico linha-dura, centralizador e acima de qualquer suspeita, a quem a maioria dos condôminos assinaria um cheque (ou uma procuração) em branco. O país se democratizou, e por outro lado, houve o crescimento da corrupção em todos os setores. Por tanto, o que as pessoas esperam é clareza e honestidade nas prestações de contas à assembleia, anualmente e sempre que inquirido por esta.<br />
<br />
Tomar decisões importantes sempre com a assembleia, sem paralisar a gestão, mas tendo a paciência de dividir o poder para mais tranquila e seguramente gerir o bem comum. Ter meios de comunicação com a comunidade é essencial para a transparência - blog, jornal do condomínio, cartazes em áreas sociais. <br />
<br />
4) Paciência. Se for necessário explicar um determinado ponto 10 vezes, faça isso. Em um condomínio, convivemos muitas vezes com pessoas provenientes de diferentes culturas e níveis educacionais. Assim, é preciso perceber que nem todos entendem nossas intenções imediatamente, às vezes é preciso de um bom tempo e insistência paciente para nossa "mensagem" ser assimilada.<br />
<br />
A paciência é imprescindível em uma função como a de síndico, em que se tem de lidar com as expectativas das pessoas o tempo todo. <br />
<br />
5) Conheça os condôminos. Cada morador tem sua personalidade, entenda cada um e ajuste sua forma de negociar para cada tipo. Não adianta ter sempre o mesmo discurso. Sem abrir mão de seus princípios e ideias, aprenda a expô-los de acordo com o perfil do condômino, sua idade, sua profissão, sua família, seu modo de ser. Assim, se dobrar, você será flexível e ágil na sua comunicação, o que certamente trará mais compreensão. <br />
<br />
6) Procure incentivar a participação dos condôminos. A participação traz ao condômino o senso de que o cuidar do condomínio é uma tarefa comunitária - ao contrário da percepção comum, de que o condomínio é um prestador de serviços ao condômino. Essa integração à vida comum pode ser inclusive uma perspectiva de crescimento para o condômino, como conta o síndico Wilton Augusto: "Uma condômina era formada em agronomia, mas exercia somente a função de mãe. Ela foi convidada a ajudar na organização e arrumação do jardim, e isso teve um excelente resultado, pois além de ela usar seus conhecimentos, ganhou o respeito de outros condôminos, o que lhe trouxe alegria e motivação". <br />
<br />
7) Ser discreto. Não comentar com um condômino o que aconteceu com o outro, como por exemplo, visitas de oficiais de justiça, brigas de família, inadimplência. Como síndico, você acaba recebendo muitas informações, mas cuidado com elas. Muitas podem ser inclusive boatos, lançados em seus ouvidos por alguém que espera que você os espalhe. Ainda que você pertença a um grupo dentro do condomínio, não está cuidando apenas dele, mas do todo - assim como o presidente não pode governar só para seu partido e só com ele. A discrição o ajudará a ter o respeito e a confiança de todos. <br />
<br />
PROBLEMAS COMUNS E SOLUÇÕES RECOMENDADAS<br />
<br />
•Barulho. Peça ao zelador para falar com o causador do barulho. Se isso não resolver verificar se o fato é freqüente. Confirmado, analise se fere algum regulamento ou lei do silêncio, se for o caso envie uma advertência.<br />
<br />
•Animais de estimação. Fazer valer o que está escrito no Regulamento Interno. Não ser tolerante, mas não se esquecer de ter como provar infrações para aplicar o regulamento.<br />
<br />
•Briga de vizinhos. Não intervir a princípio, pois o síndico não é polícia. No entanto, e estiver afetando o condomínio com barulho excessivo, ameaça à segurança, agir com bom senso e atitude firme, sem tomar partido das pessoas, mas sim de valores e idéias.<br />
<br />
•Baixo quorum na assembleia. Não marcar a reunião em época de férias, semana com feriado prolongado, etc. Mandar a convocação com antecedência adequada e escrita de uma forma a induzir o comparecimento, ressaltando os pontos mais importantes e polêmicos.<br />
<br />
•Garagem. Condômino tem direito a 2 vagas. As vagas são espaçosas e o morador possui 2 carros pequenos e comprou um terceiro para o filho. Supôs, ele, que tem direito de colocar os 3 carros nas 2 vagas. Solução dada: Já que o condômino interpreta que na vaga poderia ser colocado 3 carros, foi decidido que a garagem fosse um bem comum e qualquer condômino poderia estacionar na terceira vaga. O condômino alugou uma vaga de um vizinho.<br />
<br />
•Salão de festas. O salão de festa tem um pequeno jardim externo e o condômino insistiu que poderia colocar mesas e cadeiras no jardim (área comum). Foi colocado que ele teria que permitir que qualquer condômino pudesse sentar nas cadeiras do jardim durante a festa, pois elas estavam em área comum. Resultado, ele optou por restringir a festa ao salão.</p>
<p>Fonte: Portal http://www.sindiconet.com.br</p>
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<p> </p>
<p><strong>Onde o condomínio economiza na prática</strong></p>
<p><br />
<strong>Energia elétrica (economia imediata)</strong><br />
Troca de lâmpadas por LED</p>
<p>Sensores de presença em garagens e corredores</p>
<p>Instalação de energia solar</p>
<p>Economia média:</p>
<p>LED: até 60% na iluminação</p>
<p>Solar: redução de 30% a 90% da conta das áreas comuns</p>
<p><strong>Água (um dos maiores vilões do custo)</strong><br />
Captação de água da chuva (cisterna)</p>
<p>Reuso para limpeza e jardins</p>
<p>Caça a vazamentos</p>
<p>Economia média:</p>
<p>20% a 50% na conta de água</p>
<p> </p>
<p><strong>Manutenção preventiva (economia indireta)</strong><br />
Equipamentos eficientes duram mais</p>
<p>Menos quebra = menos gasto emergencial</p>
<p>Exemplo:</p>
<p>Bombas, elevadores e iluminação bem geridos reduzem custos inesperados</p>
<p> </p>
<p><strong>Gestão de resíduos</strong><br />
Coleta seletiva</p>
<p>Redução de lixo comum</p>
<p>Impacto:</p>
<p>Menos custos com descarte</p>
<p>Possibilidade de parcerias com recicladoras</p>
<p> </p>
<p><strong>Resultado financeiro direto</strong><br />
Um condomínio que aplica sustentabilidade consegue:</p>
<p>- Reduzir a taxa condominial<br />
- Evitar aumentos frequentes<br />
- Criar fundo de reserva mais saudável<br />
- Diminuir inadimplência (taxa mais baixa = mais pagamento em dia)</p>
<p> </p>
<p><strong>Valorização do imóvel</strong><br />
Além da economia:</p>
<p>Imóveis em condomínios sustentáveis são mais valorizados</p>
<p>Atraem compradores e locatários mais rápido</p>
<p>Diferencial competitivo no mercado</p>
<p> </p>
<p><strong>O erro mais comum</strong><br />
Muitos síndicos pensam:</p>
<p>“Sustentabilidade é caro”</p>
<p>Na prática:</p>
<p>É investimento com retorno</p>
<p>E geralmente se paga em poucos meses ou anos</p>
<p> </p>
<p><strong>Resumo direto</strong><br />
Sustentabilidade no condomínio:</p>
<p>- Não é custo — é economia planejada<br />
- Reduz despesas fixas<br />
- Aumenta o valor do patrimônio<br />
- Profissionaliza a gestão</p>
<p> </p>
<p><strong>Se quiser, posso montar para você:</strong><br />
- um projeto pronto para apresentar em assembleia (com economia estimada)<br />
- ou uma simulação de quanto seu condomínio pode economizar</p>
<p>Só me diga o tamanho do condomínio</p>
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'content' => '<p>As <strong>tendências para condomínios em 2026</strong> apontam para um cenário de modernização acelerada, impulsionada pela tecnologia, pela necessidade de mais segurança e pela busca por experiências residenciais mais fluidas. </p>
<p>Síndicos, administradoras e moradores já observam essa virada: condomínios deixaram de ser apenas espaços de moradia e se tornaram centros de convivência, logística, serviços e eficiência.</p>
<p>O avanço da IA, a digitalização e os novos padrões de consumo estão moldando o mercado imobiliário para 2026. E, neste conteúdo, você descobrirá em detalhes sobre cada uma delas:</p>
<ul>
<li>Segurança inteligente;</li>
<li>Automação e digitalização da gestão;</li>
<li>Logística interna personalizada;</li>
<li>Sustentabilidade e novas formas de economizar;</li>
<li>Valorização imobiliária.</li>
</ul>
<p>Ficou curioso(a)? Então acompanhe o conteúdo completo que o blog da <a href="https://porter.com.br/" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>Porter</strong></a><strong> </strong>preparou para você e boa leitura!</p>
<p>1. Segurança inteligente como prioridade absoluta</p>
<p>A maior tendência para condomínios em 2026 é clara: <strong>segurança integrada, inteligente e totalmente auditável</strong>. </p>
<p>A demanda por soluções mais confiáveis cresce por causa do aumento no número de golpes, visitas não autorizadas, falhas operacionais e vulnerabilidades de portarias tradicionais.</p>
<p>Para se ter uma ideia, o <a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/07/anuario-2025.pdf" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>Anuário 2025 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública</strong></a> indica que crimes contra o patrimônio continuam entre os mais frequentes no país.</p>
<p>Neste contexto, a adoção de sistemas de controle de acesso conectados, vigilância por câmeras com análise inteligente e monitoramento seguirá como uma demanda importante na rotina de condomínios de todos os portes. </p>
<p>Com isso, a <a href="https://porter.com.br/blog/portaria-remota/" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>portaria remota</strong></a> se fortalece porque une eficiência, disponibilidade 24h e redução de falhas humanas.</p>
<p><strong>Confira alguns exemplos de recursos que serão indispensáveis em 2026:</strong></p>
<ul>
<li>Autenticação multifatorial para visitantes e prestadores;</li>
<li>Monitoramento com analytics e identificação automática de riscos;</li>
<li>Controle de acesso integrado ao aplicativo do condomínio;</li>
<li>Registros digitais e rastreáveis de todas as entradas.</li>
</ul>
<p>A <strong>Portaria Porter</strong> já opera dentro desse novo padrão, oferecendo tecnologia robusta, triagem profissional e auditoria completa em tempo real. </p>
<p>Saiba mais detalhes neste vídeo:</p>
<p> </p>
<p>2. Automação e digitalização total da gestão condominial</p>
<p>Outra tendência dominante para 2026 é a digitalização completa do condomínio.</p>
<p>Gestores buscam processos transparentes, fáceis de acompanhar e centralizados em uma única plataforma. A automação reduz conflitos, melhora a comunicação e permite decisões rápidas e embasadas em dados.</p>
<p>A rotina condominial passa a ser conduzida digitalmente, desde tarefas simples até decisões mais complexas. Confira quais são os p<strong>rincipais avanços esperados:</strong></p>
<ul>
<li>Visitas liberadas pelo celular;</li>
<li>Assembleias híbridas com votação remota;</li>
<li>Reservas inteligentes de áreas comuns;</li>
<li>Relatórios automáticos para síndicos e administradoras;</li>
<li>Notificações e comunicados instantâneos;</li>
<li>Auditoria de acessos e ocorrências em tempo real.</li>
</ul>
<p>Essas inovações se conectam diretamente ao <strong>Aplicativo Porter</strong>, que centraliza tudo o que o morador precisa e automatiza parte da rotina do síndico. É uma das soluções mais alinhadas às expectativas de 2026, especialmente para condomínios que buscam modernização.</p>
<p>Veja como alguns dos recursos do Aplicativo Porter funcionam na prática:</p>
<p> </p>
<p>Gostou? Com essa ferramenta, os administradores terão acesso a insights valiosos sobre consumo, fluxo de visitantes, comportamentos e riscos, o que facilita decisões estratégicas.</p>
<p>3. Logística interna profissionalizada: uma nova era para entregas</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/e-commerce-resultados-2024-brasil-abcomm" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>E-commerce Brasil</strong></a>, em 2024 o e-commerce brasileiro movimentou <strong>R$ 204,3 bilhões</strong> e registrou <strong>414,9 milhões de pedidos</strong>, consolidando um novo patamar de compras on-line e, consequentemente, de entregas residenciais.</p>
<p>Em 2026, essa tendência continua e exige novos formatos de logística interna para evitar extravios, confusões e acessos indevidos.</p>
<p>Condomínios começam a enxergar o setor de entregas como parte essencial da segurança e do bem-estar dos moradores. A gestão manual das encomendas já não acompanha a demanda e esse é o ponto em que a automação se torna indispensável.</p>
<p><strong>O que deve se tornar padrão em 2026:</strong></p>
<ul>
<li>Lockers inteligentes;</li>
<li>Salas de encomendas com monitoramento dedicado;</li>
<li>Registro automático de volume, horário e responsável;</li>
<li>Retirada autônoma via QR Code;</li>
<li>Rastreabilidade completa das entregas.</li>
</ul>
<p>O <a href="https://porter.com.br/porter-entregas/" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>Porter Entregas</strong></a> se antecipa a essa tendência oferecendo monitoramento seguro, registro automático e vistoria visual, garantindo agilidade sem comprometer a segurança. Veja seu funcionamento na prática:</p>
<p> </p>
<p>O que achou? Condomínios que não aderirem a essa <strong>tendência para condomínios em 2026</strong> enfrentarão mais riscos, custos e insatisfação dos moradores.</p>
<p>4. Sustentabilidade e novas formas de economia condominial</p>
<p>A <a href="https://porter.com.br/blog/sustentabilidade-e-esg-em-condominios-tecnologia-e-governanca-que-constroem-o-futuro/" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>sustentabilidade</strong></a> ganha força em 2026 não apenas como valor ambiental, mas como diferencial econômico. Síndicos e administradoras estão priorizando soluções que reduzam custos, prolonguem a vida útil das estruturas e minimizem desperdícios.</p>
<p>Além disso, cresce a busca por <strong>ideias para arrecadar dinheiro para condomínios</strong>, criando novas fontes de receita para equilibrar o orçamento.</p>
<p>Tendências de economia e sustentabilidade que devem dominar o mercado:</p>
<ul>
<li>Iluminação 100% LED;</li>
<li>Sensores de presença e sistemas inteligentes de energia;</li>
<li>Reaproveitamento de água em condomínios maiores;</li>
<li>Otimização da limpeza e manutenção com uso de tecnologia;</li>
<li>Espaços multiuso e coworking interno como fonte extra de receita.</li>
</ul>
<p><strong>Ideias para gerar renda em 2026:</strong></p>
<ul>
<li>Locação de áreas comuns para eventos;</li>
<li>Parcerias com fornecedores e negócios locais;</li>
<li>Marketplace interno;</li>
<li>Venda de espaços publicitários (elevador, portaria, app).</li>
</ul>
<p>O <a href="https://porter.com.br/aplicativo-porter/" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>Aplicativo Porter</strong></a> contribui diretamente com essa tendência ao oferecer relatórios transparentes, melhor controle de despesas e comunicação mais clara com moradores, evitando desperdícios financeiros e fortalecendo a gestão.</p>
<p>5. Valorização imobiliária orientada por tecnologia e experiência</p>
<p>O mercado imobiliário em 2026 será guiado pela experiência do morador. </p>
<p>Imóveis em condomínios com tecnologia embarcada, segurança robusta e conveniência digital já valem mais e essa valorização tende a crescer.</p>
<p>Compradores e locatários modernos priorizam condomínios que oferecem:</p>
<ul>
<li>Controle de acesso inteligente;</li>
<li>Portaria remota com protocolos claros;</li>
<li>Logística de entregas eficiente;</li>
<li>Aplicativos completos;</li>
<li>Operações auditáveis e automatizadas;</li>
<li>Sustentabilidade praticada, não apenas prometida.</li>
</ul>
<p>Essas características impactam diretamente:</p>
<ul>
<li>A taxa de vacância;</li>
<li>O preço de locação;</li>
<li>A valorização do imóvel;</li>
<li>A competitividade do condomínio no mercado.</li>
</ul>
<p>Soluções integradas como <strong>as opções que a Porter oferece</strong> contribuem para essa valorização e serão diferenciais essenciais em 2026.</p>
<p>Como preparar o condomínio para essas tendências</p>
<p>A modernização pode (e deve) ocorrer em etapas. A orientação é iniciar com diagnóstico e priorizar melhorias que impactem segurança e eficiência.</p>
<p><strong>Confira abaixo quais são os passos recomendados:</strong></p>
<ol>
<li>Analisar vulnerabilidades e definir prioridades;</li>
<li>Revisar processos da portaria;</li>
<li>Mapear melhorias estruturais e tecnológicas;</li>
<li>Automatizar tarefas repetitivas;</li>
<li>Integrar portaria, câmeras, logística e comunicação;</li>
<li>Adotar ferramentas digitais para registrar tudo.</li>
</ol>
<p>Invista nas tendências para condomínios em 2026 com a Porter!</p>
<p>As <strong>tendências para condomínios em 2026</strong> mostram um movimento claro: modernização acelerada, segurança reforçada, automação inteligente e valorização imobiliária. Síndicos e administradoras que se antecipam a essas mudanças conquistam mais eficiência, redução de custos e um ambiente muito mais seguro para todos.</p>
<p>Agora que você já está por dentro das inovações e tendências, que tal preparar seu condomínio para 2026 com tecnologia, segurança e inteligência integrada? <a href="https://porter.com.br/#sessao-cta" style="box-sizing: border-box; box-shadow: none; text-decoration: none;"><strong>Entre em contato com nossos especialistas</strong></a> e saiba como transformar a vida em condomínio com a Porter! </p>
<p>FAQ</p>
<p>Quais as tendências de mercado para 2026?</p>
<p>A segurança inteligente, a digitalização de processos, a automação, a logística interna profissionalizada e a sustentabilidade são as principais tendências para condomínios em 2026.</p>
<p>Quais são as novidades para condomínios?</p>
<p>Entre as principais novidades estão portaria remota, câmeras com IA, lockers inteligentes, apps completos de gestão e soluções automatizadas de comunicação e segurança.</p>
<p>O que esperar do mercado imobiliário para 2026?</p>
<p>Imóveis em condomínios modernos, com segurança reforçada e tecnologia integrada, devem valorizar mais. A experiência do morador será o principal fator de decisão em compras e locações.</p>
<p>Quanto um condomínio pode aumentar por ano?</p>
<p>Em média, entre 5% e 12%, variando conforme inflação, manutenção, contratos e fundo de reserva. Condomínios com automação tendem a reduzir custos e controlar melhor os reajustes.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="https://porter.com.br/blog/tendencias-condominios-2026/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank">Porter</a></p>
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<p> </p>
<p>A inadimplência na taxa de condomínio avançou de 9,83% para 11,66% na comparação entre os segundos semestres de 2024 e 2025 no país. Apesar de o indicador ter atingido 11,95% no primeiro semestre do ano passado, o maior patamar desde o início da série histórica, em 2022, houve leve recuo na segunda metade de 2025, ainda assim mantendo o índice em nível elevado. A empresa considera inadimplente o cliente que atrasou o pagamento por mais de 30 dias.<br />
</p>
<p>Para o levantamento, é considerada inadimplente a unidade com pagamento em atraso superior a 30 dias. O estudo reúne dados de aproximadamente 7 mil condomínios em todo o Brasil e foi elaborado pela uCondo, empresa referência em tecnologia para condomínios, que oferece sistema e app para facilitar a gestão de síndicos e administradoras.<br />
</p>
<p>Regionalmente, o Nordeste apresentou a maior taxa (13,06%), seguido pelo Sudeste (11,70%), Centro-Oeste (9,00%) e Sul (8,77%). Entre os estados, o Ceará lidera com 16,20% de inadimplência, enquanto São Paulo encerrou o ano com 11,77%, Minas Gerais com 9,24% e o Paraná com 6,93%.<br />
</p>
<p>No mesmo período, o valor médio da taxa condominial no país também avançou e atingiu R$ 522. Os maiores tíquetes médios foram registrados no Centro-Oeste (R$ 582) e no Sul (R$ 563), enquanto no Sudeste a média foi de R$ 519 e, no Nordeste, de R$ 494. Por estado, o Paraná aparece com o maior valor médio (R$ 724), seguido por São Paulo (R$ 460) e Minas Gerais (R$ 444).<br />
</p>
<p>Os impactos aparecem na redução de caixa, o adiamento de obras e mais dificuldade para cumprir contratos recorrentes, um alerta para a gestão cotidiana dos condomínios. <em>“Mas a despesa média está crescendo de forma previsível. Isso pede, por parte da gestão, um planejamento orçamentário mais fino, a revisão de contratos de serviços, como limpeza, portaria e manutenção, e o reforço do fundo de reserva para evitar repasses abruptos”</em>, analisa Léo Mack.</p>
<p>Confira a evolução semestral da inadimplência:</p>
<ul>
<li>1º semestre de 2022: 9,72%</li>
<li>2º semestre de 2022: 8,65%</li>
<li>1º semestre de 2023: 9,14%</li>
<li>2º semestre de 2023: 9,92%</li>
<li>1º semestre de 2024: 9,99%</li>
<li>2º semestre de 2024: 9,83%</li>
<li>1º semestre de 2025: 11,95%</li>
<li>2º Semestre de 2025: 11,66%</li>
</ul>
<p><img alt="" src="https://i0.wp.com/hubimobiliario.com/wp-content/uploads/2026/03/unnamed-2026-03-30T150637.696.png?resize=800%2C377&ssl=1" style="height:377px; width:800px" /></p>
<p>Veja a evolução semestral da taxa condominial desde 2022</p>
<p>Confira a evolução semestral da taxa condominial:</p>
<ul>
<li>1º semestre de 2022: R$ 413</li>
<li>2º semestre de 2022: R$ 440 (+R$ 27; +6,5<strong>%</strong>)</li>
<li>1º semestre de 2023: R$ 459 (+R$ 19; +4,3%)</li>
<li>2º semestre de 2023: R$ 469 (+R$ 10; +2,2%)</li>
<li>1º semestre de 2024: R$ 494 (+R$ 25; +5,3%)</li>
<li>2º semestre de 2024: R$ 501 (+R$ 7; +1,4%)</li>
<li>1º semestre de 2025: R$ 516 (+R$ 15; +3,0%)</li>
<li>2º semestre de 2025: R$ 522 (+R$ 6; +1,2%)</li>
</ul>
<p><strong>Pressão econômica mantém risco elevado nos condomínios</strong></p>
<p>O aumento da inadimplência em 2025 reflete um ambiente de maior aperto financeiro das famílias brasileiras e não um movimento restrito aos condomínios. Dados do Serasa mostram que 49,7% da população adulta terminou o ano com algum tipo de dívida em atraso, cenário que ajuda a contextualizar o avanço dos atrasos nas taxas condominiais.<br />
</p>
<p>Léo Mack comenta que a projeção é de que, em 2026, o índice permaneça em patamar elevado, ao redor de 11%. Para os condomínios, uma inadimplência próxima de 12% compromete a previsibilidade do caixa, dificulta o planejamento de despesas e pode pressionar reajustes na taxa para recompor a arrecadação.<br />
</p>
<p>“<em>Na prática, a cota do condomínio costuma deixar de ser paga quando o orçamento doméstico já está pressionado por outras obrigações. Como há incidência de multa e juros, a dívida tende a crescer rapidamente. Dependendo das regras internas, o morador inadimplente pode sofrer restrições ao uso de áreas comuns e, em situações mais graves, o imóvel pode ser incluído em cobrança judicial”, comenta Léo.</em><br />
</p>
<p>O especialista defende que, embora as causas estejam ligadas principalmente ao contexto macroeconômico, a gestão pode reduzir impactos com processos mais estruturados de cobrança e comunicação. A recomendação é reforçar avisos prévios de vencimento, utilizar canais digitais para notificação individualizada e agir rapidamente nos primeiros sinais de atraso, evitando o efeito bola de neve nas contas do condomínio.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="https://hubimobiliario.com/inadimplencia-em-condominios-cresce-em-2025-e-pode-atingir-11-em-2026/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank">Hub Imobiliário</a></p>
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<br />
A variedade de experiência que um administrador ou síndico profissional tem - lidar com diversos condomínios de diversos locais e perfis - traz um conhecimeto muito útil também ao síndico "leigo".<br />
<br />
Por isso ouvimos alguns profissionais do setor, para conhecer suas regras de ouro para o relacionamento com os condôminos, ponto-chave em qualquer gestão.<br />
Confira abaixo suas opiniões:<br />
<br />
1) Saber ouvir as partes. Quando há problemas no condomínio, tente entender os fatos, para além das versões que uma ou outra parte do problema produzem. Por exemplo: quando um morador reclama repetidamente do barulho feito por outro, não aplique uma advertência imediatamente. Veja o que cada lado tem a dizer, observe o comportamento de cada um, e ouça um terceiro, como o zelador. Assim, você evita tomar partido muito explicitamente.<br />
<br />
Se necessário, reúna o Conselho para auxiliá-lo em decisões difíceis. Ainda que exista legalmente apenas para fiscalizar as contas, nada impede que este órgão seja investido de uma função "moral" de - como o nome diz - aconselhamento, em casos como a aplicação de uma multa, a demissão de um funcionário. <br />
<br />
2) Ter uma boa comunicação com o zelador. Este profissional é seu elo de contato com os condôminos e com os funcionários. É ele quem mais circula entre todos, quem recebe primeiro as informações, opiniões, reclamações. Faça dele sua comunicação informal e verifique se as mensagens estão chegando sem muita distorção.<br />
<br />
Ao mesmo tempo, é preciso que ele tenha autonomia para resolver pequenos problemas e tomar providências cotidianas, evitando o acúmulo para o síndico. <br />
<br />
3) Transparência nas prestações de contas e nas atitudes. Saiu de moda a figura do síndico linha-dura, centralizador e acima de qualquer suspeita, a quem a maioria dos condôminos assinaria um cheque (ou uma procuração) em branco. O país se democratizou, e por outro lado, houve o crescimento da corrupção em todos os setores. Por tanto, o que as pessoas esperam é clareza e honestidade nas prestações de contas à assembleia, anualmente e sempre que inquirido por esta.<br />
<br />
Tomar decisões importantes sempre com a assembleia, sem paralisar a gestão, mas tendo a paciência de dividir o poder para mais tranquila e seguramente gerir o bem comum. Ter meios de comunicação com a comunidade é essencial para a transparência - blog, jornal do condomínio, cartazes em áreas sociais. <br />
<br />
4) Paciência. Se for necessário explicar um determinado ponto 10 vezes, faça isso. Em um condomínio, convivemos muitas vezes com pessoas provenientes de diferentes culturas e níveis educacionais. Assim, é preciso perceber que nem todos entendem nossas intenções imediatamente, às vezes é preciso de um bom tempo e insistência paciente para nossa "mensagem" ser assimilada.<br />
<br />
A paciência é imprescindível em uma função como a de síndico, em que se tem de lidar com as expectativas das pessoas o tempo todo. <br />
<br />
5) Conheça os condôminos. Cada morador tem sua personalidade, entenda cada um e ajuste sua forma de negociar para cada tipo. Não adianta ter sempre o mesmo discurso. Sem abrir mão de seus princípios e ideias, aprenda a expô-los de acordo com o perfil do condômino, sua idade, sua profissão, sua família, seu modo de ser. Assim, se dobrar, você será flexível e ágil na sua comunicação, o que certamente trará mais compreensão. <br />
<br />
6) Procure incentivar a participação dos condôminos. A participação traz ao condômino o senso de que o cuidar do condomínio é uma tarefa comunitária - ao contrário da percepção comum, de que o condomínio é um prestador de serviços ao condômino. Essa integração à vida comum pode ser inclusive uma perspectiva de crescimento para o condômino, como conta o síndico Wilton Augusto: "Uma condômina era formada em agronomia, mas exercia somente a função de mãe. Ela foi convidada a ajudar na organização e arrumação do jardim, e isso teve um excelente resultado, pois além de ela usar seus conhecimentos, ganhou o respeito de outros condôminos, o que lhe trouxe alegria e motivação". <br />
<br />
7) Ser discreto. Não comentar com um condômino o que aconteceu com o outro, como por exemplo, visitas de oficiais de justiça, brigas de família, inadimplência. Como síndico, você acaba recebendo muitas informações, mas cuidado com elas. Muitas podem ser inclusive boatos, lançados em seus ouvidos por alguém que espera que você os espalhe. Ainda que você pertença a um grupo dentro do condomínio, não está cuidando apenas dele, mas do todo - assim como o presidente não pode governar só para seu partido e só com ele. A discrição o ajudará a ter o respeito e a confiança de todos. <br />
<br />
PROBLEMAS COMUNS E SOLUÇÕES RECOMENDADAS<br />
<br />
•Barulho. Peça ao zelador para falar com o causador do barulho. Se isso não resolver verificar se o fato é freqüente. Confirmado, analise se fere algum regulamento ou lei do silêncio, se for o caso envie uma advertência.<br />
<br />
•Animais de estimação. Fazer valer o que está escrito no Regulamento Interno. Não ser tolerante, mas não se esquecer de ter como provar infrações para aplicar o regulamento.<br />
<br />
•Briga de vizinhos. Não intervir a princípio, pois o síndico não é polícia. No entanto, e estiver afetando o condomínio com barulho excessivo, ameaça à segurança, agir com bom senso e atitude firme, sem tomar partido das pessoas, mas sim de valores e idéias.<br />
<br />
•Baixo quorum na assembleia. Não marcar a reunião em época de férias, semana com feriado prolongado, etc. Mandar a convocação com antecedência adequada e escrita de uma forma a induzir o comparecimento, ressaltando os pontos mais importantes e polêmicos.<br />
<br />
•Garagem. Condômino tem direito a 2 vagas. As vagas são espaçosas e o morador possui 2 carros pequenos e comprou um terceiro para o filho. Supôs, ele, que tem direito de colocar os 3 carros nas 2 vagas. Solução dada: Já que o condômino interpreta que na vaga poderia ser colocado 3 carros, foi decidido que a garagem fosse um bem comum e qualquer condômino poderia estacionar na terceira vaga. O condômino alugou uma vaga de um vizinho.<br />
<br />
•Salão de festas. O salão de festa tem um pequeno jardim externo e o condômino insistiu que poderia colocar mesas e cadeiras no jardim (área comum). Foi colocado que ele teria que permitir que qualquer condômino pudesse sentar nas cadeiras do jardim durante a festa, pois elas estavam em área comum. Resultado, ele optou por restringir a festa ao salão.</p>
<p>Fonte: Portal http://www.sindiconet.com.br</p>
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03 de agosto de 2016
Gestão “Paz e Amor”
Como ter harmonia no relacionamento com moradores
A variedade de experiência que um administrador ou síndico profissional tem - lidar com diversos condomínios de diversos locais e perfis - traz um conhecimeto muito útil também ao síndico "leigo".
Por isso ouvimos alguns profissionais do setor, para conhecer suas regras de ouro para o relacionamento com os condôminos, ponto-chave em qualquer gestão.
Confira abaixo suas opiniões:
1) Saber ouvir as partes. Quando há problemas no condomínio, tente entender os fatos, para além das versões que uma ou outra parte do problema produzem. Por exemplo: quando um morador reclama repetidamente do barulho feito por outro, não aplique uma advertência imediatamente. Veja o que cada lado tem a dizer, observe o comportamento de cada um, e ouça um terceiro, como o zelador. Assim, você evita tomar partido muito explicitamente.
Se necessário, reúna o Conselho para auxiliá-lo em decisões difíceis. Ainda que exista legalmente apenas para fiscalizar as contas, nada impede que este órgão seja investido de uma função "moral" de - como o nome diz - aconselhamento, em casos como a aplicação de uma multa, a demissão de um funcionário.
2) Ter uma boa comunicação com o zelador. Este profissional é seu elo de contato com os condôminos e com os funcionários. É ele quem mais circula entre todos, quem recebe primeiro as informações, opiniões, reclamações. Faça dele sua comunicação informal e verifique se as mensagens estão chegando sem muita distorção.
Ao mesmo tempo, é preciso que ele tenha autonomia para resolver pequenos problemas e tomar providências cotidianas, evitando o acúmulo para o síndico.
3) Transparência nas prestações de contas e nas atitudes. Saiu de moda a figura do síndico linha-dura, centralizador e acima de qualquer suspeita, a quem a maioria dos condôminos assinaria um cheque (ou uma procuração) em branco. O país se democratizou, e por outro lado, houve o crescimento da corrupção em todos os setores. Por tanto, o que as pessoas esperam é clareza e honestidade nas prestações de contas à assembleia, anualmente e sempre que inquirido por esta.
Tomar decisões importantes sempre com a assembleia, sem paralisar a gestão, mas tendo a paciência de dividir o poder para mais tranquila e seguramente gerir o bem comum. Ter meios de comunicação com a comunidade é essencial para a transparência - blog, jornal do condomínio, cartazes em áreas sociais.
4) Paciência. Se for necessário explicar um determinado ponto 10 vezes, faça isso. Em um condomínio, convivemos muitas vezes com pessoas provenientes de diferentes culturas e níveis educacionais. Assim, é preciso perceber que nem todos entendem nossas intenções imediatamente, às vezes é preciso de um bom tempo e insistência paciente para nossa "mensagem" ser assimilada.
A paciência é imprescindível em uma função como a de síndico, em que se tem de lidar com as expectativas das pessoas o tempo todo.
5) Conheça os condôminos. Cada morador tem sua personalidade, entenda cada um e ajuste sua forma de negociar para cada tipo. Não adianta ter sempre o mesmo discurso. Sem abrir mão de seus princípios e ideias, aprenda a expô-los de acordo com o perfil do condômino, sua idade, sua profissão, sua família, seu modo de ser. Assim, se dobrar, você será flexível e ágil na sua comunicação, o que certamente trará mais compreensão.
6) Procure incentivar a participação dos condôminos. A participação traz ao condômino o senso de que o cuidar do condomínio é uma tarefa comunitária - ao contrário da percepção comum, de que o condomínio é um prestador de serviços ao condômino. Essa integração à vida comum pode ser inclusive uma perspectiva de crescimento para o condômino, como conta o síndico Wilton Augusto: "Uma condômina era formada em agronomia, mas exercia somente a função de mãe. Ela foi convidada a ajudar na organização e arrumação do jardim, e isso teve um excelente resultado, pois além de ela usar seus conhecimentos, ganhou o respeito de outros condôminos, o que lhe trouxe alegria e motivação".
7) Ser discreto. Não comentar com um condômino o que aconteceu com o outro, como por exemplo, visitas de oficiais de justiça, brigas de família, inadimplência. Como síndico, você acaba recebendo muitas informações, mas cuidado com elas. Muitas podem ser inclusive boatos, lançados em seus ouvidos por alguém que espera que você os espalhe. Ainda que você pertença a um grupo dentro do condomínio, não está cuidando apenas dele, mas do todo - assim como o presidente não pode governar só para seu partido e só com ele. A discrição o ajudará a ter o respeito e a confiança de todos.
PROBLEMAS COMUNS E SOLUÇÕES RECOMENDADAS
•Barulho. Peça ao zelador para falar com o causador do barulho. Se isso não resolver verificar se o fato é freqüente. Confirmado, analise se fere algum regulamento ou lei do silêncio, se for o caso envie uma advertência.
•Animais de estimação. Fazer valer o que está escrito no Regulamento Interno. Não ser tolerante, mas não se esquecer de ter como provar infrações para aplicar o regulamento.
•Briga de vizinhos. Não intervir a princípio, pois o síndico não é polícia. No entanto, e estiver afetando o condomínio com barulho excessivo, ameaça à segurança, agir com bom senso e atitude firme, sem tomar partido das pessoas, mas sim de valores e idéias.
•Baixo quorum na assembleia. Não marcar a reunião em época de férias, semana com feriado prolongado, etc. Mandar a convocação com antecedência adequada e escrita de uma forma a induzir o comparecimento, ressaltando os pontos mais importantes e polêmicos.
•Garagem. Condômino tem direito a 2 vagas. As vagas são espaçosas e o morador possui 2 carros pequenos e comprou um terceiro para o filho. Supôs, ele, que tem direito de colocar os 3 carros nas 2 vagas. Solução dada: Já que o condômino interpreta que na vaga poderia ser colocado 3 carros, foi decidido que a garagem fosse um bem comum e qualquer condômino poderia estacionar na terceira vaga. O condômino alugou uma vaga de um vizinho.
•Salão de festas. O salão de festa tem um pequeno jardim externo e o condômino insistiu que poderia colocar mesas e cadeiras no jardim (área comum). Foi colocado que ele teria que permitir que qualquer condômino pudesse sentar nas cadeiras do jardim durante a festa, pois elas estavam em área comum. Resultado, ele optou por restringir a festa ao salão.
Fonte: Portal http://www.sindiconet.com.br
